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MELHOR IDADE
As doenças na terceira idade
O contato com a Medicina fica mais
freqüente na terceira idade. Não é raro começarmos a nos preocupar
com a saúde após os 40 anos e então passarmos a ter os primeiros
contatos com o médico. Uma situação, por exemplo, que
freqüentemente nos leva ao médico pela primeira vez, é a pressão
alta (hipertensão), relacionada sempre a uma série de
circunstâncias muito diferentes e que necessita, por sua vez, de
cuidados que vão alterar o nosso dia-a-dia.
Na terceira idade há uma tendência ao acúmulo de doenças crônicas,
na sua grande maioria benignas e fáceis de serem controladas. A
artrose, por exemplo, é doença que acomete com muita freqüência o
idoso, e que pode se somar a outras manifestações como a pressão
alta ou o diabetes. O médico deve administrar a situação de doença
com a participação do idoso, bem como a de seus familiares,
fornecendo o máximo de informações possíveis.
Ao médico, cabe distinguir os sintomas próprios da idade daqueles
devido à doença. Quando houver mais de um médico cuidando do
paciente deve-se destacar um deles, em geral o clínico geral, para
atuar como o coordenador e desta maneira propiciar uma abordagem
ampla e uniforme. É muito importante que se veja a pessoa como um
todo, tendo especial cuidado com as características de sua
personalidade e os aspectos próprios ao seu meio.
Existem alguns critérios médicos que mostram diferenças entre
pessoas jovens e idosas, ambas sadias. Entre estes se destacam as
provas da função pulmonar, da função renal e o teste ergométrico,
que avalia a função cardíaca. Algumas vezes pode ocorrer confusão
nessa avaliação, sendo difícil distinguir uma alteração devida a
uma doença de uma alteração própria da idade. Um importante
conceito é que diante de situações de tensão ou de esforço físico,
o idoso apresenta maiores probabilidades de desenvolver problemas
de saúde.
Uma mesma doença pode se apresentar de maneira diferente na
terceira idade quando comparada a que ocorre em um jovem. Isto não
quer dizer que é mais grave no idoso, e sim que pode ser
simplesmente diferente. Como exemplo disto, o hipertireoidismo no
jovem apresenta um quadro muito mais rico do que aquele que o
idoso apresenta, e que até pode passar desapercebido. Outro
exemplo marcante é o diabetes, que na terceira idade é menos
intenso e de mais fácil controle do que o do jovem.
Fonte: eHealth Latin America

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